“THROUGH A PORTAGEE GATE”: Vidas Contadas e Reinventadas

Portagee GateHe is gone now. His shop is gone. Weld Square is gone. His life has been wiped clean off the board. But I wake in the night and I see his face and I hear his voice.

Prologue” de Through a Portagee Gate

                                                                         Vamberto Freitas

Na capa de Through a Portagee Gate,1 a mais recente “autobiografia” de um luso-americano, Charles Reis Felix, vemos um retrato de uma cara inegavelmente sul europeísta, neste caso para um leitor português, de imediato reconhecida como a de alguém que nos é muito próximo: podia ser pai ou avô de qualquer um de nós. De boné tradicional, camisa de flanela, de sorriso natural e sincero, enfrentando a objectiva, sem qualquer pose, com um castanho cor de terra como moldura, podia ter sido tirado em Portugal, mas não foi. Trata-se do pai do autor, que tinha emigrado de Setúbal para New Bedford a princípio do século passado, tendo lá permanecido o resto da sua longa e pacífica vida, exercendo solitariamente a profissão de sapateiro em oficina própria e só, ou como ele próprio gostava de lembrar ao filho, “um fazedor de sapatos (shoe maker), dignificando-se assim perante muita da sua “concorrência” imediata nos bairros da sua cidade. Se coloco a palavra “autobiografia” entre aspas é porque esta longa narrativa será isso e algo mais: é uma “biografia”, também, do seu pai, assim como uma história social de toda uma comunidade lusa nos Estados Unidos, particularmente a partir dos anos 20 até quase aos nossos dias. Não é a primeira deste género sobre alguém ou uma das nossas comunidades na costa leste americana, mas é a primeira que nos dá um retrato da vida mais ou menos ainda em “colónia” ou mesmo “gueto”, mas um “gueto” à nossa maneira, que depressa se transformaria em “comunidade” pacífica, ordeira, isolada (“rodeada de América por todos os lados”, como certamente também diria aqui Onésimo T. Almeida), tentando viver o sonho americano a partir dos escalões sociais de base durante todo o século aqui prefigurado. New Bedford já tinha então feito a transição de cidade baleeira para a industrialização téxtil, que viria a providenciar o modo de vida de grande parte dos nossos imigrantes lá residentes, recém chegados ou de “longa” data. De certo modo também pioneiros da “modernidade” societal que nascia na época, estamos aqui nas margens da sociedade que simultaneamente luta pela sua ascensão como constitui a força servil às classes dominantes e a uma política de desenvolvimento que olhava as pessoas como peças menores mas fundamentais na engrenagem dura de uma economia totalmente aberta e em expansão desenfreada. As migalhas, por assim dizer, que cairiam da mesa faustosa dos poderes económicos e políticos já eram suficientemente atraentes para os imigrantes que tinham deixado uma situação de vida periclitante na sua terra de origem. Entre a consciência desse seu lugar na sociedade americana e das possibilidades, reais ou sonhadas, que os levariam além da mera sobrevivência, nasceram as nossas comunidades com características que tanto são específicas ao nosso modo de ser como se assemelham em tudo a outros grupos étnicos que chegariam ou já tinham chegado de outros países e culturas: franceses, irlandeses, polacos e judeus europeus. É neste caldeirão humano que Through a Portagee Gate se movimenta em quase 500 páginas de prosa concentrada num só lugar e vidas, mas entrecruzada entre o presente e o passado. Recuamos a um tempo em que se avista a “América” muito pouco e só através de estreitas brechas no muro cultural e sócio-político que separa essas vidas portuguesas em New Bedford de todos os outros, até à chegada (vindos das mais variadas proveniências geográficas e nacionais) dos que aqui são denominados de “bárbaros”, já quase nos nossos dias, esses que supostamente tornariam uma obscura mas estável cidade piscatória e industrial num terreno de instabilidade, crime, e “modernização” turbulenta.2 Through a Portagee Gate é tanto uma celebração de uma vida simples, satisfeita com o seu próprio destino, como um lamento de perdas várias.

Charles Reis Felix, filho do protagonista destas memórias e de mãe também portuguesa, nasceu em New Bedford, mas sairia de lá para sempre em 1941, quando foi estudar para a Universidade de Michigan, tendo combatido na Europa na II Guerra Mundial, experiência narrada nas suas outras memórias, publicadas em 2002, Crossing the Sauer: A Memoir of World War II, tendo recebido elevados elogios da crítica especializada, e de outros, quer pela sua força e honestidade narrativa quer ela sua qualidade literária.3 Reis Felix foi professor do ensino primário, mas escreve desde sempre, esperando boa parte da sua vida antes de ver essas obras publicadas. Segundo informação editorial, tem já pronto para publicação a sua primeira ficção de fôlego, intitulada Da Gama, Gary Grant and the Election of 1934, romance que será editado pelo Center for Portuguese Studies and Culture, da Universidade de Massachusetts Dartmouth.4 Reis Felix, hoje aposentado, reside no norte da Califórnia há muitos anos, tudo indicando que, apesar da idade, continua a escrever.

Through a Portagee Gate segue cronologicamente a vida de Reis Felix desde a infância, desde os anos em que tomou consciência de si próprio e do pequeno mundo circundante de bairro em New Bedford, até ao falecimento de seu pai já na década de 80, exactamente no mesmo sítio e casa onde toda a história destas paginas decorre. Entretanto, a primeira parte da narrativa começa no presente, em que o autor se justifica perante os seus eventuais leitores, explicando as suas motivações para a tarefa, que será reconstituir a vida de seu pai, a sua e a de todos aqueles que com ele partilharam a sua experiência num determinado lugar e tempo. A palavra “Portagee”, aqui, não perde a sua semântica depreciativa, mas carrega boa dose de ironia redentiva. Curiosamente, é um artigo anti-imigrante publicado na Yale Review de 1893, da autoria de Francis A. Walker, à altura presidente do Massachusetts Institute of Tecnology, que desperta toda a “ira” civilizada de Reis Felix, e que o leva a desmontar todo um paradigma de pensamento racista anglo-saxónico, que viria a acentuar-se generalizada e violentamente nos anos 20. O artigo nem menciona os portugueses directamente, mas Reis Felix sabe muito bem que estávamos nele incluído. Não vale a pena entrarmos aqui no seu teor, bastando dizer que apelava aos poderes norte-americanos para se precaverem contra o influxo emigratório de milhões de europeus que ameaçariam a “superioridade”, em todas as suas vertentes, dos que já eram “americanos” nascidos e educados no Novo Mundo. Reis Felix utiliza um passo epsis verbis desse documento como primeiro capítulo de Through a Portagee Gate, para logo depois passar a falar das suas experiências pessoais na Califórnia, onde confirmou todos os preconceitos contra a sua gente lusa, onde testemunhou pessoalmente todas as atitudes estereotipadas daqueles que pouco ou nada de nós conheciam (ou conhecem ainda hoje).5 A história está bem documentada em alguns escritos luso-americanos para que entremos aqui também nos seus pormenores e labirínticos argumentos. De prosa leve mas extremamente fluente e bem estruturada, concisa e claríssima, o autor consegue que depressa esqueçamos que estamos a ler uma autobiografia, colocando-nos ante uma narrativa de força, como que algures entre a ficção e a realidade,6 a sua memória servindo sempre como emolduramento a uma vida que adivinhamos logo nas primeiras páginas ser longa e plena de sentido. Curiosamente, nunca encontramos seu pai perante tais situações socialmente adversas que seria a discriminação aberta ou subtil por outros na sua cidade de residência, pois o seu isolamento era também quase absoluto: viveu entre a sua oficina e a sua casa, não permitindo a ninguém nunca que o maltratassem por qualquer via. Julgava os outros simplesmente através dos “negócios” que com eles fazia, e mais nada. Para ele, os Estados Unidos tinham sido a sua salvação da miséria em Portugal, o sistema nada teria a ver com alguma infelicidade eventual, mas sim os indivíduos que se lhe atravessavam no caminho. Não é um resgate de injustiças contra o pai que leva Reis Felix a esta narrativa, mas sim o resgate da sua própria memória ante o racismo daqueles que nunca o conheceram e nunca entenderiam a profunda dignidade com que viveu e trabalhou entre eles todos. O subtexto de Through a Portagee Gate, torna-se, assim, a defesa de todos os outros que com o seu pai partilharam e partilham esta história tão comum da imigração nos EUA, principalmente os portugueses. Reis Felix não conhece nada da vida dos seus em Portugal (sobre isso, o silêncio do pai era total), mas foi criado até aos 14 anos de idade num Pequeno Portugal americano, com todos os seus estilos de vida muito próprios (a obsessão pelo segurança financeira, por exemplo, implicando uma vida exclusivamente de trabalho e poupança), crenças e sonhos futuros garantidos. Nada do que ouviria no seu embate com outros confirmava o que ele conhecia da sua gente. Assim mesmo, Reis Felix nunca se libertou, ele próprio, de alguns desses preconceitos, mas atenuava-os com o resto da história. Os portugueses, para ele, podiam não ser uma nacionalidade muito “inteligente”, ou vocacionada sequer para a vida da mente, tal como os conhecia no seu meio ambiente americano, mas do mesmo modo atribuía outros “defeitos” ou “virtudes” a outros que “equilibravam”, digamos assim, a dignidade de cada um desses grupos. Aliás, George Monteiro, no prefácio a Through a Portagee Gate, insinua este aspecto “problemático” da narrativa.7 Torna-se irónico para o leitor que Reis Felix escreva tão bem e com tanta força amena uma narrativa destas sem aparentemente perceber que nada desse seu passado étnico ou cultural o impediu de perseguir uma outra vida na literatura, um pai sem formação escolar que imediatamente, chegado o tempo, financiaria com orgulho a sua própria educação universitária. Eis aqui um desses passos ambíguos (particularmente para um escritor que se propõe aqui responder a racistas anglo-saxónicos), mas muito sincero por parte do autor no contexto total de Through a Portagee Gate:

Maybe he really wasn’t Portuguese. Maybe he was Jewish. He had the nose for it. The Jews had been all over the Iberian peninsula at one time. Maybe one of his ancestors had embraced Christianity with a sharp sword at his throat, a favorite means of conversion. Maybe he was Moorish. The Moors had been there for hundreds years. Well, I would prefer Jewish to Moorish.

Through a Portagee Gate lê como um romance em fragmentos, mantendo a presença constante dos seus personagens centrais, nomeadamente o narrador Reis Felix e seu pai. Praticamente toda a “acção” decorre entre a oficina e a casa de família a pouca distância. Todos os outros são vistos entrando ou saindo desse posto de trabalho, ou passeando-se no Weld Square, sujeitos aos pronunciamentos e sentenças do velho sapateiro. Como já aqui foi referido, pertencem aos mais variados grupos étnicos, a maior parte das pessoas ainda com o sotaque e modo de ser da terra de origem. A sua vida interior, a de reis Felix e dos seus, vai-se-nos tornando familiar de página a página, sentimos que o conhecemos intimamente. É isto, supõe-se, que justifica a literatura: entrar em mundos mais ou menos “alheios”, mas confirmando sempre a nossa humanidade comum, o sentido de vidas, afinal, partilhadas, se não na experiência concreta de cada um, pelo menos na “atitude” existencial que um dia definiu a nossa pertença ou a um grupo ou outro. Como terceira “personagem” em Through a Portagee Gate, temos a mãe de Reis Felix, que permanece inconspicuamente em todo o cenário aqui montado, mas tornando-se inesquecível. Está aqui como que uma consciência interrogadora de tudo o que se faz e diz, um coro a uma só voz, questionando cada palavra, cada pensamento, cada sentença do seu marido. Através do seu leve sarcasmo perante tudo quanto diz ou conta o marido do seu dia-a-dia na oficina, ela contradiz, defende os não-presentes, leva a família a saber que existem outros pontos de vista e filosofias de vida em seu redor. Fala-lhe à mesa do seu misebarelismo, do seu mau humor para com os seus, quase sempre, pobres clientes, e, num caso de comédia sem par na literatura luso-americana, de como o governo lhe “apanharia” eventualmente por ele nunca ter pago impostos, mesmo enquanto investindo constantemente em moradias para arrendamento. Aliás, quando Reis Felix nos coloca à mesa de jantar da sua infância e adolescência, tanto esperamos as histórias do pai ou os seus aforismos “filosóficos”, como o contraponto constante e sarcástico da mãe. De tudo isto, fica-nos a ideia clara de como toda uma comunidade, nos seus primórdios, se foi defendendo e construindo, se relacionava entre si e com os outros, se bem que o isolamento de cada grupo seria só quebrado em ocasionais lides comerciais, encontros de rua, mas nunca, como ainda hoje, numa convivência culturalmente íntima. Cada qual ficava entre si, num espaço democraticamente delineado, perseguindo vagamente o sonho americano, a única ideia que “unifica”, como um dia escreveu outro autor norte-americano,9 tão numerosa e diversificada população a princípio e meados do século passado. Creio que não haverá “retrato” social mais completo e esclarecedor da sobrevivência de uma das nossas mais antigas e importantes comunidades na América do Norte. É precisamente a partir dessa sua duplicidade étnica e cultural que Reis Felix organiza Through a Portagee Gate:

I was brought up in the North End of New Bedford among Jickies, Frogs, Polocks, and Portagees, with a sprinkling of Jews for flavor. We were all foreigners or the children of foreigners, so we were all equals. There were strange smells coming from every kitchen. Nobody could lord it over anybody else.10

Portugal tinha já sido ofuscado quase por completo na memória destes “personagens” de Through a Portagee Gate. Mesmo que o seu autor não demonstre muita preocupação com esses chamamentos às suas origens ancestrais (ao contrário do que acontece nalgumas outras narrativas luso-americanas do género) a partir do momento que o seu pai abandonaria para sempre o nosso país em 1915, a verdade é que esta narrativa, ela própria, constitui uma inegável homenagem literária e memorialista aos nossos únicos e corajosos “navegantes” do século passado, de que seu pai foi apenas um entre milhões. Simbolicamente, no entanto, uma das últimas frases proferidas pelo pai de Charles Reis Felix, numa conversa com uma das suas cunhadas pouco antes da sua morte, foi: “Do you still remember Setúbal, Mary?”11 Pode muito bem toda uma cultura nacional de longa história como a nossa não reconhecer devidamente nos seus imaginários literários a maior parte dos que se foram, mas testemunhos destes farão eventualmente parte do nosso legado histórico-cultural e literário, tal como algumas das narrativas canónicas da nossa peregrinação aventureira, ou simplesmente as de sobrevivência pura. Para um país que hoje tanto parece interessar-se por tudo que é norte-americano, especialmente pela literatura e pela cultura popular em geral, que livros como Through a Portagee Gate permanecem ignorados entre nós (raramente se traduzem em Portugal livros de luso-descendentes), só evidencia uma vez mais os complexos e preconceitos intelectuais desse mesmo país. Enquanto grandes escritores como John Steinbeck utilizariam precisamente termos como “Portagee” para nos rebaixar a todos, estes autores luso-descendentes utilizam-nos do mesmo modo, mas num acto de resgate da dignidade de todo um povo, mesmo por vezes tão ambiguamente, como o faz o autor desta outra “saga” nossa nuns Estados Unidos de outros tempos.

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1 Charles Reis Felix, Through a Portagee Gate, North Dartmouth, Massachusetts, Center for Portuguese Studies and Culture, University of Massachusetts, Dartmouth, 2004.

2 O autor utiliza mesmo o termo “barbarians” para descrever a nova onda de residentes que chegariam a New Bedford logo após as mudanças sócio-económicas radicais no país que resultaram da II Guerra Mundial, e que introduziriam grande instabilidade na comunidade com comportamentos pouco convencionais para os que lá estavam desde há muito, desde roubos a violência mortífera. A sua linguagem aqui, hoje politicamente pouco correcta, aplica-se ainda a outras observações suas em relação a outros e adentro do tradicional espírito de rivalidades entre os mais variados grupos étnicos, e, até, aos próprios portugueses, por quem o autor sempre nutriu o mais profundo respeito. Reis Felix apresenta-nos a alguns destes “bárbaros” num capítulo intitulado precisamente “The Americans”: “Once of Americans – escreve – moved into our neighborhood. Their stay was brief but for that time we saw Americans close up”, p. 281.

3 Charles Reis Felix, Crossing the Sauer: A Memoir of World War II, Springfield, NJ, Burford Books, 2002. Um desses recenseadores especializados, Paul Fussel, escreveu que se tratava de “one of the most honest, unforgettable memoirs of the war I’ve read”. George Monteiro, por sua vez, escreveu numa breve recensão intitulada “A Portuguese-American Memoir by a Member of the Greatest Generation” que: “Felix’s writing is clear and crisp, even bordering, at times, on the aphoristic”. Noutra parte do mesmo texto, Monteiro compara ainda estas memórias de Reis Felix a outras grandes obras americanas de Guerra. “(…) Crossing the Sauer nevertheless calls to mind occasionally Stephen Crane’s Red Badge of Courage or his great story ‘The Open Boat’”.

4 Segundo informação publicitária do editor, trata-se também de ficção que tem como tema a experiência imigrante e étnica dos portugueses e luso-americanos na América do Norte.

5 Eis aqui parte desse texto de Francis A. Walker, transcrito por Charles Reis Felix no primeiro capítulo intitulado “Every Foul and Stagnant Pool”, frase tirada do próprio texto em causa. Diz Francis A. Walker, depois de mencionar alguns desses grupos de europeus “from Ireland to the Ural Mountains”: “The stream has fairly begun flowing and it will continue to flow so long as any difference of level, economically speaking, remains, so long as the least reason appears for the broken, the corrupt, the abject, to think that they be better off here than there”, p. 19.

6 George Monteiro, que prefacia Through a Portagee Gate, escreve sobre o aspecto artístico desta obra: “There is, finally, only one thing Felix can do for himself, for his father, for his family, for his neighborhood, and that is to write as well as he can. That is, to turn the re-collections of experience into imaginative art. This act of imagination is a form of philanthropy that is seldom if ever recognized for what it is”, pp. xii-xiii.

7 Afirma ainda George Monteiro: “(…) What is one to make of the author’s perhaps too-sharp eye for the embarrassing detail, his predilection for casting incidents and character ironically, his sometimes ham-fisted satire at the expense of the ethnics (including the Portuguese) who appear in his narrative?”, p. xiii.

8 Through a Portagee Gate, p. 262. Generalizações como está são muito frequentes em toda a narrativa. No mesmo capítulo do passo aqui citado, Reis Felix ainda acerca do pai: “Just as there those among us who are un-American, so my father was un-Portuguese. He never took a cent off his children (…)”; ou ainda. “He was un-Portuguese in another way. Envy is the common flaw in the Portuguese character. The Portuguese is very much concerned with what others have (…), p. 261.

9 O (falecido) jornalista e historiador Theodore H. White desenvolveu esta ideia em quase todos os seus livros de análise política e histórias de algumas campanhas presidenciais norte-americanas, inclusive no seu Breach of Faith: The Fall of Richard Nixon (1975).

10 Through a Portagee Gate, p. 317.

11 Through a Portagee Gate, p. 461.

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Ensaio escrito em 2006, e depois incluído no meu livro Imaginários Luso-Americanos e Açorianos: do outro lado do espelho, Ponta Delgada, Edições Macaronésia, 2010.

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